terça-feira, 1 de março de 2011

ENCONTRO DE PIBIDEIROS NO IERP

Hoje, reunidos pibideiros e pibideiras de Letras, Pedagogia, Matemática e Biologia no Ierp tivemos a oportunidade de saber um pouco mais sobre nosso projeto PIBID.
Muitas palavras-conceito foram repetidas e ecoam em nossos ouvidos atentos:
interdisciplinaridade, competências, situações-problema, pesquisação, etnografria, metas comuns, especificidades, conteúdos, saberes .....

Do encontro saímos com muitas idéias na cabeça (e sem uma câmera na mão, já que não iremos fazer um filme, mas bem que poderíamos tb) e um desafio constante: o queremos ser e o que podemos se como pibideiros do/no Ierp? Qual nosso papel na escola? Qual nosso papel como futuros docentes no mundo?

O encontro foi especial e muito motivador(superamos até o calor de Jequié), por isso é que eu ainda ponho fé na educação desse país. Cada um faz um pouquinho, erra um pouquinho pra depois acertar

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Pibideiros de Letras em 2011

Com força total os pibideiros de letras se preparam para participar da Semana Pedagógica dos Colégio IERP e Luis Viana.

Vejam a agenda:

dia 31/01 o grupo estará reunido para planejamento da Semana Pedagógica do IERP
dia 01/02 o grupo estará reunido para planejamento da Semana Pedagógica do Luis Viana
dia 02/02 Semana Pedagógica do IERP - horário: 08:00 às 12:00
dia 03/02 Semana Pedagógica do Luis Viana - horário: 14:00

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

As Doze Cores do Vermelho


Por Glauce Souza Santos

Olá pessoal, a revista Anagrama da USP, publicou este mês uma resenha feita por mim sobre a obra As Doze Cores do Vermelho, da escritora baiana Helena Parente Cunha.


As Doze Cores do Vermelho:
uma contestação às normas sociais e literárias

Glauce Souza Santos

CUNHA, Helena Parente. As Doze Cores do Vermelho .
Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro: 2ª edição, 1998.

Resumo
Com uma estrutura bastante incomum, As doze cores do vermelho é dividida em três colunas que divide os tempos. A primeira retoma um passado; a segunda trava um diálogo com o leitor no tempo presente; e a terceira que prevê o futuro. Esta obra é narrada em três vozes e em três tempos, relata histórias do cotidiano onde são contestados de forma bastante intensa o preconceito, o machismo e as normas opressoras. As cores mencionadas marcam a personalidade de cada personagem e suas posturas frente a estas normas.

Palavras-chave: Literatura feminina, contestação, identidade.
Leia mais: http://www.usp.br/anagrama/Santos_vermelho.pdf

Link da revista http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/anagrama/index. ou http://www.usp.br/anagrama/

domingo, 21 de novembro de 2010

Ensinar literatura


“Trato a literatura não como receita médica, não como algo para ser administrado em dose para curar a ignorância cultural de ninguém, tratamos a literatura com um tabuleiro no qual todas as devassidões e santidades são possíveis, não reverenciamos aos “gênios”, cada autor é lido, debatido, se necessário xingado, muitos amados. Mas sem essa bobagem de “aula Show”, não tenho vocação para imbecilizador de alunos. Um escritor é um amigo não uma ponte para uma rápida aprovação e ligeiro esquecimento. Aprendi isso com o meu professor de literatura Anchieta Nery, da Uefs, me ensinou ele o quanto Machado de Assis e Jorge Nascimento (poeta de Muritiba- BA) podem ser devorados em manhãs de domingo sem medo das malditas provas que não avaliam ninguém”.


Professor de literatura e poeta, Ediney Santana nasceu em Mundo Novo , vive em Santo Amaro e trabalha em São Sebastião do Passé

Comunicação apresentada no 2º Fórum Nacional de Crítica Cultural na UNEB, campus II, em Alagoinhas no dia 19/11/2010

RESSIGNIFICAR O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA: UM DESAFIO MAIS QUE NECESSÁRIO

Autoras: Eloah Nascimento[1]

Estefânia Neves[2]

Glauce Santos[3]

Orientadora: Adriana Maria Abreu Barbosa [4]

RESUMO: O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da UESB – Campus de Jequié é um projeto voltado para a inserção dos licenciandos no ambiente escolar da rede pública. O subprojeto - O processo formativo do professor de Língua Portuguesa na microrrede ensino-aprendizagem-formação - busca proporcionar aos futuros educadores participação em experiências metodológicas e práticas docentes, para que, fundamentados numa observação etnográfica, busquem a superação de problemas identificados no processo de ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa. Com este trabalho pretendemos desafiar o/a professor/a a ressignificar o ensino de Língua Portuguesa, fundamentando-se nas teorias de BAKHTIN (2003), GERALDI (1997) e TRAVAGLIA (2004), que abordam a concepção sócio-interacionista do ensino de língua. Assim como apresentar ao discente como os recursos linguísticos da Língua Portuguesa podem ser instrumentalizados a fim de aperfeiçoamento para a comunicação e expressão. A partir de reuniões entre os bolsistas para discussões teóricas acerca do tema percebemos, a priori, que é possível e mais que necessário acreditarmos em uma nova possibilidade de ensino da língua ao mesmo tempo em que procuramos meios para aplicá-la.

PALAVRAS-CHAVE: sócio-interacionismo, ensino, Língua Portuguesa.



[1] Estudante do VI Semestre do curso de Letras/UESB - Jequié e bolsista do Subprojeto de Letras "O Processo Formativo do Professor de Língua Portuguesa na Microrrede Ensino-Aprendizagem-Formação" vinculado ao PIBID/UESB.

[2] Estudante do VII Semestre do curso de Letras/UESB - Jequié e bolsista do Subprojeto de Letras "O Processo Formativo do Professor de Língua Portuguesa na Microrrede Ensino-Aprendizagem-Formação" vinculado ao PIBID/UESB.

[3] Estudante do VII Semestre do curso de Letras/UESB – Jequié e bolsista do Subprojeto de Letras "O Processo Formativo do Professor de Língua Portuguesa na Microrrede Ensino-Aprendizagem-Formação" vinculado ao PIBID/UESB.

[4] Doutora em Semiologia pela UFRJ. Professora Adjunta da UESB - Jequié . Coordenadora do Subprojeto de Letras "O Processo Formativo do Professor de Língua Portuguesa na Microrrede Ensino-Aprendizagem-Formação" vinculado ao PIBID/UESB.